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Caminhoneiros reivindicam tabela de frete mínimo

Categoria ameaça nova paralisação caso o governo federal não atenda a exigência

O prazo pedido pelo governo federal para tentar um entendimento com o setor de cargas sobre a tabela de custo que possa embasar um preço mínimo para o transporte de mercadorias, terminou na última terça-feira (21). Caso a reivindicação não seja atendida, os profissionais ameaçam fazer nova paralisação a partir de hoje.

Segundo a Abcam (Associação Brasileira dos Caminhoneiros), desde o dia 10 de março, representantes do governo e do setor de transporte rodoviário de cargas estão se reunindo na tentativa negociar a possibilidade da criação desta tabela. José da Fonseca, presidente da associação, pede cautela aos transportadores antes de tomar qualquer medida.  A ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) que publicou a Resolução nº 4.674/2015, que regulamenta a Lei dos Caminhoneiros, diz que a cobrança foi transferida para o contratante do serviço de frete.
A Lei dos Caminhoneiros alterou normas sobre a atividade dos motoristas profissionais, como isenção de pedágio sobre eixos suspensos, jornada de trabalho de até 12 horas e o tempo máximo de direção foi ampliado para até cinco horas.

Fonte: Guia Marítimo