Para profissionais, cuidados nunca são demais
Em uma realidade onde os roubos de cargas registram dados alarmantes no Brasil, muito tem se investido em serviços de segurança e gerenciamento de riscos. Ao todo, o roubo de cargas no País registra crescimento anual de 16% e soma prejuízos na ordem de R$ 2 bilhões nos últimos dois anos – segundo estudo apresentado pela ANTC (Associação Nacional do Transporte de Cargas). Por conta disso, muitos têm se especializado neste tipo de serviço e equipamento.
A IBL Logística é uma que se atenta à integridade das cargas, tanto que investiu mais de R$ 2 milhões em prevenção, nos últimos três anos. Os recursos foram alocados em veículos equipados com recursos tecnológicos para o monitoramento e rastreamento de carga, cofres blindados, que oferecem uma maior segurança no transporte de cargas especiais, além de contarem com uma central própria para monitoramento e rastreamento de cargas, que funciona 24 horas por dia, 7 dias por semana. Entre outros recursos, conta, ainda, com portaria blindada, eclusa com sistema dilacerador de pneus, vigilância armada e amplo sistema de Circuito Fechado de Televisão (CFTV).
Os esforços em oferecer este leque de opções se justificam. De acordo com o Coronel Marco A. M. Bellagamba, consultor em segurança e coronel da Polícia Militar do Estado de São Paulo, o mercado de logística, bem como os embarcadores, têm se preocupado com a segurança e os vários segmentos que militam no ramo de transporte de cargas estão procurando, juntamente com as autoridades do setor de segurança pública, reduzir o problema através de grandes investimentos nas áreas de gerenciamento de risco e rastreamento, sendo possível verificar grande avanço tecnológico, com equipamentos de última geração. Segundo o especialista, os cuidados para evitar prejuízos são muitos e incluem processos transparentes, que vão desde a contratação do motorista, passando pelo planejamento da rota a ser utilizada pelo veículo, pessoal encarregado em monitorar os veículos (Gerenciamento de Risco), procedimentos operacionais pelo motorista no trajeto e até a contratação de “chapas”, dentre outros.
Fonte: Guia Marítimo