O Brasil terá de enfrentar sua questão fiscal nos próximos cinco a 10 anos (2019-2028) se quiser entrar para o seleto grupo de 35 países considerados desenvolvidos da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Ontem, o presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e o ministro do Planejamento, Dyogo de Oliveira, fizeram uma defesa da adesão do Brasil ao clube dos países desenvolvidos. Das 237 recomendações ou exigências da OCDE, o Brasil já aderiu a 36 dessas normas e pediu adesão a outros 74 instrumentos. As informações estão na edição de hoje do DCI.
Fonte: Diário do Comércio e Indústria – DCI