Um Brasil em busca de integração na economia global e comprometido com o comércio livre é um dos melhores legados para o próximo governo. O novo presidente encontrará um importante conjunto de negociações em andamento, um bom ponto de partida para um grande trabalho diplomático. Esse trabalho só será realizado, é claro, se o vencedor da eleição de outubro tiver sido vacinado contra o populismo e os vícios da incompetente, anacrônica e desastrosa concepção geopolítica do petismo. As ações quase simultâneas do governo brasileiro, nos últimos dias, em duas frentes de cooperação comercial – o encontro Mercosul-Aliança do Pacífico, no México, e a reunião do Brics, na África do Sul – foram um claro reflexo da nova orientação em vigor no Itamaraty. A análise está em editorial publicado na edição de hoje do O Estado de S. Paulo.
Fonte: O Estado de São Paulo