Instalação de um parque eólico na área da Usina Hidrelétrica de Itatinga é uma das opções.
Docas concentra esforços em evitar a poluição marítima e atmosférica.
Garantir o fornecimento de energia elétrica para embarcações atracadas no Porto de Santos é um dos planos da Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp, a Autoridade Portuária) para evitar emissões de poluentes no complexo marítimo. Uma das hipóteses, segundo o superintendente de Meio Ambiente e Segurança do Trabalho da Codesp, Ivan Doutor, é a instalação de um parque eólico na área da Usina Hidrelétrica de Itatinga, que fica em Bertioga, e pertence à empresa.
Em momentos de pico, o fornecimento de energia da usina chega a 95% do Porto. Na Margem Direita (Santos), o restante é fornecido pela CPFL, por meio de um sistema de compensação. As redes das duas empresas estão interligadas – quando um sistema cai, o outro entra em operação automaticamente. Na Margem Esquerda (Guarujá e Área Continental de Santos), as redes são segregadas e os terminais usam energia tanto de Itatinga quanto das concessionárias Elektro e CPFL.
Fonte: A Tribuna