A Tribuna pesquisou programas disponíveis em sites oficiais e entrevistas dos pleiteantes ao Palácio do Planalto.
Porto de Santos é citado pontualmente por poucos candidatos.
Planos para melhorar os portos brasileiros, os demais sistemas de transporte do País e seu comércio exterior constam, em maior ou menor grau, de quase todos os planos de governo dos 13 candidatos à Presidência da República nestas eleições. Esses temas aparecem tanto em breves citações como em projetos específicos, caso dos planos de privatização dos complexos marítimos e do programa de descentralização da gestão do Porto de Santos.
A Tribuna pesquisou programas de governo disponíveis em sites oficiais e entrevistas dos pleiteantes ao Palácio do Planalto, a fim de apurar o que pretendem fazer com o segmento portuário, a infraestrutura logística brasileira e o comércio exterior, relacionando as medidas apresentadas no quadro abaixo.
Principal porto do Brasil, responsável pelo escoamento de mais do que um quarto de sua balança comercial, Santos é citado pontualmente por poucos candidatos. Entre eles, há os que defendem aumentar sua eficiência operacional, reduzir custos logísticos e, também, modificar seu modelo de gestão – atualmente o cais santista é administrado pela Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), empresa controlada pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil.
Em relação à gestão do complexo marítimo, as propostas citam descentralizar sua administração ou privatizá-la, medidas previstas no atual marco regulatório do segmento e defendidas por autoridades e lideranças empresariais nos últimos anos.
No início do mês, durante o Santos Export Brasil 2018 – Fórum Internacional para a Expansão dos Portos Brasileiros, evento promovido pelo Grupo Tribuna e realizado na Cidade, o secretário nacional de Portos, Luiz Otávio Campos, propôs a regionalização da administração do Porto. E afirmou que só aguarda a manifestação do Estado para iniciar as negociações desse processo. Atualmente, a Secretaria Estadual de Logística e Transportes estuda esse projeto.
Fonte: A Tribuna