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Bovespa sobe e fecha acima dos 105 mil pontos, puxada por bancos

No dia anterior, Ibovespa fechou em alta de 0,58%, a 104.480 pontos.

O principal índice da bolsa de valores de São Paulo, a B3, fechou em alta nesta quinta-feira (26), com bancos entre os principais suportes, em sessão marcada por sinais benignos do Banco Central sobre inflação e câmbio no Brasil e noticiário externo misto em relação às negociações comerciais entre os EUA e a China.

O Ibovespa terminou o dia 0,8%, a 105.319 pontos. Veja mais cotações.

As ações dos bancos, com grande peso no índice, puxaram a alta. Perto do fechamento, Banco do Brasil subia 0,6%. As preferenciais do Itaú tinham valorização de 2,5% e as do Bradesco, de 1,4%.

Os papéis da BB Seguridade também ajudaram a puxar o Ibovespa para o azul, subindo 1,9%. Na véspera, o conselho de administração da empresa de seguros e previdência do Banco do Brasil aprovou uma proposta para redução de R$ 2,7 bilhões do seu capital social, com parte do valor sendo restituído a acionistas.

No pregão anterior, a bolsa fechou em alta de 0,58%, a 104.480 pontos.

No exterior, o Ministério do Comércio chinês disse nesta quinta-feira que China e EUA ainda estão discutindo detalhes sobre a próxima rodada de negociações comerciais em outubro, e que estão fazendo preparativos para garantirem “progresso positivo”, destaca a Reuters.

A declaração vem um dia após o presidente dos EUA, Donald Trump, amenizar o discurso sobre a questão e afirmar que um acordo pode acontecer antes do esperado.

“Predomina um maior otimismo em torno da relação comercial entre China e Estados Unidos”, destacou em nota a equipe da Guide Investimentos, acrescentando que o mercado doméstico segue a mercê das frequentes reviravoltas no cenário internacional.

Na cena doméstica, o Banco Central estimou que a economia brasileira irá crescer 0,9% este ano (ante previsão anterior de alta de 0,8%) e o dobro em 2020, e reiterou que segue vendo espaço para novo afrouxamento nos juros básicos nesse cenário.

Fonte: G1 Economia