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A nova rota da China

Em artigo publicado na edição de hoje do jornal O Estado de S. Paulo, Sergio Amaral, presidente emérito do Conselho Empresarial Brasil-China, analisa que a visita a Washington, em março, e a atual a Beijing serão provavelmente as duas viagens internacionais mais importantes do governo Bolsonaro. Não obstante a relevância de ambas as potências, a relação do Brasil com cada uma delas é de natureza diferente.

Brasil e Estados Unidos são parte da mesma família e compartilham ideais e valores que foram buscar num passado distante, mais particularmente no século V a.C., em Atenas. De lá vieram o compromisso com a democracia e com a liberdade e as noções elementares que conformaram nossa visão de mundo, de sociedade e de estado. O relacionamento com a China é recente, mas expandiu-se em ritmo vertiginoso. Em pouco mais de uma década o comércio cresceu cerca de dez vezes e os investimentos, em termos de fluxo, passaram todos os demais países. O dinamismo do intercâmbio Brasil-China vem, sobretudo, da complementaridade das economias. O Brasil tem em abundância terras e água, de que a China carece para poder atender à demanda de uma população de 1,4 bilhão de pessoas.

Fonte: O Estado de S.Paulo