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Embarcação teve custos extras, segundo diretor

Um navio atrasou sua estadia no Porto de Santos e seu agente teve de arcar com um custo adicional de quatro ternos da Estiva, que ficaram à disposição para uma operação que não aconteceu. Esse caso foi destacado pelo Sindamar para exemplificar os problemas motivados pela demora na emissão da Livre Prática – o que causou os problemas com o cargueiro.

A embarcação citada é o porta-contêineres Bilbao Bridge, do armador Kline. Ele chegou ao Porto no último domingo (21), às 12 horas. Mas o prático só subiu a bordo às 17 horas, pois não havia a anuência da Anvisa.

A Livre Prática foi solicitada pelo agente às 2h23. Um primeiro questionamento da Anvisa ocorreu às 8 horas e foi cumprido um hora depois. No entanto, a solicitação só foi atendida às 13 horas, quase 11 horas após o pedido.

“A demora na obtenção da Livre Prática faz, em muitas das vezes, com que o agente cancela o terno dos TPAs (Trabalhadores Portuários Avulsos), onerando o armador e os próprios exportadores e importadores. Reputamos a resposta da Anvisa (que responsabilizou os agentes pela demora na emissão do documento) como paliativa e política e reitero a falta de conhecimento das atividades portuárias”, destacou o diretor-executivo do Sindamar, José Roque.

Fonte: A Tribuna