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SEP atualiza Plano de Logística Portuária

Em fase final de elaboração, estudo apontará diretrizes do setor

As novas estimativas de crescimento da demanda do setor portuário e, também, as próximas ações e metas de gestão dos complexos marítimos brasileiros serão definidos pela Secretaria de Portos (SEP) na atualização do Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP). O material está em fase final de elaboração e mostrará as diretrizes do setor para os próximos anos. Entre elas, estão a modernização da administração portuária, a otimização das operações e ainda o incentivo à navegação de cabotagem — realizada pela costa de um país.

O PNLP é o instrumento de planejamento estratégico do setor portuário nacional, que visa identificar vocações dos complexos brasileiros, conforme suas localizações e áreas de influência (hinterland). Primeiro, é traçado um panorama do setor e, em seguida, são definidos os cenários de curto, médio e longo prazos com alternativas de intervenção na infraestrutura e nos sistemas de gestão.

Para os próximos três anos, a ideia é melhorar a produtividade e os níveis de serviço e sustentabilidade ambiental dos portos brasileiros. Parte deste plano já foi apresentado a órgãos do Governo Federal.

De acordo com a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), modernizar a gestão das administrações portuárias, aumentar a capacidade das instalações para atender à demanda de carga e reduzir o tempo de espera para atracação de embarcações estão entre as diretrizes do PNLP, assim como o incentivo à navegação de cabotagem.

Com a elaboração dos estudos, a ideia é garantir a alocação de recursos a partir da priorização de investimentos. As ações serão adotadas de modo a evitar a superposição de esforços dentro do poder público e seguir as disposições do Conselho Nacional de Integração de Políticas de Transporte (Conit).

Segundo dados apresentados pela SEP à Antaq, atualmente, 57,3% das cargas que chegam aos portos brasileiros utilizam o modal rodoviário. Outros 31,5% usam as composições ferroviárias e 6,7% utilizam o modal dutoviário. Apenas 4,5% adotam o modal hidroviário no País.

Fonte: A Tribuna.