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Bovespa abre em queda e caminha para fechar o mês no vermelho

Nesta quinta-feira (24), o principal índice de ações da bolsa recuou 0,37%, a 111.592 pontos.

O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, abriu em queda nesta sexta-feira (25), em dia de relativa recuperação nas bolsas internacionais, apesar das preocupações com a guerra na Ucrânia.

Às 10h06, o Ibovespa recuava 0,50%, a 111.034 pontos, caminhando para fechar o mês no vermelho. Veja mais cotações.

O dólar é negociado sem uma tendência definida, ao redor de R$ 5,10.

Na quinta-feira, a bolsa fechou em queda de 0,37%, a 111.592 pontos. Com o resultado, passou a acumular queda de 0,49% no mês. No ano, no entanto, o avanço é de 6,46%.

Cenário

Nesta sexta, tropas da Rússia chegaram à região de Kiev, capital da Ucrânia. O Conselho de Segurança da ONU se reúne nesta sexta para votar resoluções contra a Rússia. Siga aqui as últimas notícias.

As principais bolsas europeias tinham um dia de relativa recuperação nesta sexta, seguindo a tendência de Wall Street que na véspera fechou em leve alta depois que o governo dos Estados Unidos decidiu impor sanções severas contra a Rússia.

Já o petróleo voltou a ser negociado perto de US$ 100 o barril.

A escalada militar na Ucrânia e o avanço da invasão das tropas russas tem elevado, no entanto, os temores de impactos no abastecimento global de produtos básicos chave, como petróleo, trigo e metais, em meio a uma demanda crescente na reabertura das economias, após os fechamentos provocados pela pandemia da Covid-19.

“Os temores de piora dos eventos atinge de perto as commodites, dada a representatividade da Ucrânia na produção global de milho (16%) e de trigo (10%) e obviamente, os custos de energia, com pressão de preços de petróleo globalmente e de gás natural na Europa”, destacou a Infinity.

Por aqui, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) ficou em 1,83% em fevereiro, após variar 1,82% em janeiro, mas desacelerou para 16,12% no acumulado em 12 meses, segundo informou a Fundação Getulio Vargas (FGV). A confiança dos serviços caiu ao menor nível desde maio de 2021, enquanto que a do comércio subiu após 3 meses de perdas.

Fonte: G1 Economia