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Câmbio pode trazer instabilidade à ração

Em um tom de otimismo, porém com cautela, o Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações) acredita que a produção poderá crescer 3,3% no ano que vem em relação a 2016. O foco de incerteza fica por conta dos efeitos do câmbio.

Integralmente dependente do mercado interno, o setor de rações para a pecuária está muito atrelado ao desempenho do gado, aves e suínos e ainda é sensível aos impactos da crise econômica, uma vez que 80% das carnes fica no consumo doméstico – fatores que colaboram para reduzir a precisão nas expectativas do próximo ciclo.

“Sob o ponto de vista de produção, a oferta de insumos [milho e farelo de soja] vai se recuperar, desde que não haja problema climático. Mas o câmbio é algo com que estamos atentos. Se tiver uma desvalorização rápida da nossa moeda, o preço pode subir”, afirma o vice-presidente do Sindirações, Ariovaldo Zani. Em 2016, a escassez do milho (matéria-prima da ração) para consumo interno subiu os custos de produtores de proteína animal e, em consequência, freou o avanço dos fabricantes de alimento para os animais, conforme noticiado pelo jornal DCI.

Fonte: DCI.