Segundo a pesquisa, 46% dos entrevistados esperam crescimento global para aumentar o ritmo atual nos próximos dois anos
Uma pesquisa realizada pela UPS Change in the (Supply) Chain (CITC), mostrou que as exportações de alta tecnologia têm grande perspectivas de crescimento. Segundo a pesquisa, 46% dos entrevistados disseram esperar o crescimento global das exportações da indústria para aumentar o ritmo atual nos próximos dois anos, enquanto 28% esperam um crescimento mais rápido. Os Norte-americanos e latino-americanos entrevistados foram os mais otimistas sobre o futuro das exportações de alta tecnologia. “Para melhor responder às exigências do mercado e as mudanças dos clientes, o estudo mostra que empresas de alta tecnologia estão se tornando mais flexível quando se trata de estratégias de terceirização e cadeias de abastecimento”, disse Katia Tavares, gerente de marketing da UPS Brasil. Segundo ela, com o fluxo constante de inovações de alta tecnologia, as empresas devem contar com um parceiro de logística que pode ajudar a avaliar, simplificar e reduzir os custos de transporte e o tempo que leva para entregar mercadorias.
Empresas de alta tecnologia têm tido êxito ao entrar em mercados emergentes. Entre os entrevistados, 71% disseram que já estão vendendo produtos da China, 45% na Índia e 42% no Brasil. Alguns mercados de alta tecnologia, uma vez considerados “emergentes” agora emergiram, mas as oportunidades de crescimento permanecem. Os três principais mercados que as empresas de alta tecnologia estão planejando entrar este ano são Brasil, Rússia e Índia. 28% dos entrevistados na América Latina afirmaram estar na China, 22% estão na Índia e 18% na Rússia. Para o próximo ano, 17% das empresas de alta tecnologia na América Latina pretendem começar a operar no Brasil, 12% na Rússia e 9% na China. Dentro de um ano, 21% das empresas globais de alta tecnologia estão planejando entrar Brasil, bem como 20% na Rússia e Índia, respectivamente.
Apesar da alta penetração em novos mercados, barreiras à expansão continuam a evoluir. Em 2013, a principal barreira à expansão nos mercados emergentes foi a dificuldade de avaliar o provável recurso dos produtos. Na mais recente pesquisa, 35% dos entrevistados disseram que entender o ambiente regulatório é o novo maior obstáculo à expansão.
Determinar quais mercados entrar foi citado por 56% dos latino-americanos entrevistados como a principal barreira. Quarenta e oitos por cento dos executivos Latino-americanos também disseram que entender o ambiente regulatório é outro obstáculo, e 36% disseram que tinham recursos limitados para procurar novos mercados.
Fonte: Guia Marítimo.