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Distância desafia alta nas vendas brasileiras

O custo elevado da exportação para países distantes do Brasil impede um incremento dos embarques nacionais. A dificuldade teria impacto maior na negociação de produtos industrializados, apontaram especialistas.

“As commodities normalmente são vendidas em larga escala: aluga-se um navio inteiro para levar soja até a Ásia e o preço do transporte compensa. Isso não acontece no caso dos manufaturados, porque o volume negociado costuma ser menor e a transação acaba ficando mais cara”, disse José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

Segundo ele, o problema seria encarado por empresários que tentam negociar com países asiáticos, como China, Japão e Coreia do Sul. “Nossas vendas para os chineses são grandes por causa dos produtos básicos, a participação dos manufaturados ainda é muito pequena”, conforme noticiado pelo jornal DCI.

Fonte: DCI.

Distância desafia alta nas vendas brasileiras

O custo elevado da exportação para países distantes do Brasil impede um incremento dos embarques nacionais. A dificuldade teria impacto maior na negociação de produtos industrializados, apontaram especialistas.

“As commodities normalmente são vendidas em larga escala: aluga-se um navio inteiro para levar soja até a Ásia e o preço do transporte compensa. Isso não acontece no caso dos manufaturados, porque o volume negociado costuma ser menor e a transação acaba ficando mais cara”, disse José Augusto de Castro, presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

Segundo ele, o problema seria encarado por empresários que tentam negociar com países asiáticos, como China, Japão e Coreia do Sul. “Nossas vendas para os chineses são grandes por causa dos produtos básicos, a participação dos manufaturados ainda é muito pequena”, conforme noticiado pelo jornal DCI.

Fonte: DCI.