Banner página

Notícias

Notícias

Dólar opera em queda, mas segue negociado perto de R$ 4,20

Na véspera, moeda dos EUA fechou em alta de 0,60%, a R$ 4,2092 – maior patamar de fechamento desde 2 de dezembro.

 

O dólar abriu em queda nesta terça-feira (28), após forte avanço na véspera, com os mercados ainda sendo pautados por temores do avanço e impactos econômicos do surto de coronavírus na China, mas passando a focar nas decisões sobre taxa de juros no Brasil e dos Estados Unidos.

Às 10h23, a moeda norte-americana caía 0,23%, a R$ 4,1994. Veja mais cotações.

Na véspera, a moeda norte-americana avançou 0,60%, fechando a R$ 4,2092 – maior patamar de fechamento desde 2 de dezembro do ano passado (R$ 4,2157). No acumulado do ano, a alta chega a 4,97%.

O número de mortos por coronavírus na China já passa de 100O vírus já se espalhou para mais de 10 países, incluindo Estados Unidos, França, Austrália e Cingapura.

Em uma tentativa de conter a propagação da doença, o governo chinês suspendeu as comemorações do Ano Novo Lunar e estendeu o feriado até o dia 2 de fevereiro. Grandes empresas fecharam as portas ou disseram aos funcionários para trabalhar de casa.

O que se sabe e o que ainda é dúvida sobre o coronavírus

O receio do mercado é que o surto afete a demanda dos consumidores e tenha impactos mais diretos e abrangentes sobre a atividade econômica, já que o mercado tem na memória a epidemia de SARS de 2002 a 2003, também na China.

O principal índice ações do Japão atingiu nesta terça-feira mínima de fechamento de três semanas.

Já os preços internacionais do petróleo tinham mais uma sessão de queda. O barril de Brent, a referência global, era negociado em queda de 1%.

 

Juros no Brasil e EUA

Na quarta-feira será divulgado o resultado da reunião de política monetária do Federal Reserve, que teve início nesta terça-feira, com ampla expectativa de que o banco central norte-americano mantenha a taxa de juros.

No Brasil, o Banco Central divulgará na semana que vem sua decisão sobre os juros, com analistas esperando um corte de 0,25 ponto percentual, segundo a última pesquisa Focus.

 

Fonte: G1 Economia