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Inserção incisiva do país no mercado internacional é desafio

Buscar uma inserção mais incisiva do Brasil nas cadeias globais de valor. Este é o desafio assumido pelo governo com o Acordo Mercosul-União Europeia. “Não é segredo que nossa relação PIB e comércio é bastante baixa. Nossa orientação clara é trabalhar em prol de uma inserção internacional mais taxativa”, frisou Alexandre Sampaio, Subsecretário de Negociações Internacionais, que palestrou, na quinta-feira, 21/11, no ENAEX 2019.

Sampaio salientou que o Acordo prevê flexibilização em regras de origem. Um ponto importante diz respeito à certificação. O país terá cinco anos para migrar para o sistema de autocertificação, baseado em declaração do próprio exportador, o que reduzirá burocracia e custos.

No que se refere às barreiras técnicas de comércio, Sampaio afirmou que o acordo traz iniciativas facilitadoras. “Este é um conceito que temos trabalhado muito. Nesse sentido, é necessária uma parceria próxima do governo com o setor privado para identificação dessas barreiras”.

Fonte: Assessoria de comunicação da AEB

Os desafios do agronegócio

Editorial publicado hoje no jornal O Estado de S. Paulo, analisa que o agronegócio é o setor mais pujante da economia nacional e que, nas últimas décadas, o País promoveu uma revolução agrícola, sendo o segundo maior exportador do mundo, atrás dos EUA. A ONU estima que, para suprir a demanda global até 2050, a produção mundial de carne deve dobrar e a de grãos deve aumentar 50%. Com a maior área de terra agricultável, diversidade de biomas, suprimento abundante de recursos naturais e pesquisas de ponta, o Brasil tem a possibilidade de se tornar a maior potência global. Para otimizar essa oportunidade será preciso solucionar deficiências crônicas, como as da infraestrutura, aumentar a produtividade, investir mais em inovação e responder às exigências ambientais. O sucesso dependerá também de investimentos logísticos.

 

Fonte: O Estado de S. Paulo