O presidente da Mercosul Line, Roberto Rodrigues, considera que o desenvolvimento do serviço passa pelo maior investimento na infraestrutura portuária. “Um dos maiores desafios está relacionado ao acesso aos terminais portuários, principalmente no pico de carga”, diz o executivo. Segundo ele, a dificuldade para que a carga chegue até o terminal de transbordo em Santos, por exemplo, pode ocasionar atrasos no embarque, impedindo a partida da embarcação e interrompendo toda a programação.
Uma maneira de driblar esse problema é coletar, de forma antecipada, a carga dos clientes da armadora. Isso pode ocorrer durante a noite ou até mesmo aos finais de semana. “Dessa forma, conseguimos evitar a concentração para os últimos momentos antes da partida do navio”, explica Rodrigues. Isso poderia ser evitado caso houvesse maior soluções ferroviárias (intermodalidade), acredita.
Fonte: A Tribuna