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Otimismo da indústria cresce em dezembro e atinge maior patamar para o mês desde 2010, diz CNI

Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) foi para 64,3 pontos. Resultado é 9,6 pontos acima da média histórica.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) avançou 1,8 ponto percentual em dezembro deste ano e alcançou 64,3 pontos, o maior patamar para este mês desde 2010, informou a Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta quarta-feira (18).

Além de estar 9,6 pontos acima da média histórica, o ICEI de dezembro também é 0,5 ponto superior ao registrado em dezembro de 2018, informou a entidade.

A alta do indicador, para a CNI, “revigora a tendência de melhora da confiança, que estimula as decisões de investimento e produção, auxiliando o crescimento econômico do Brasil em 2020”.

O ICEI varia numa escala de zero a 100 pontos, sendo composto pelos índices de Condições Atuais e de Expectativas. Valores acima de 50 pontos indicam confiança do empresário. Quanto mais acima de 50 pontos, maior e mais disseminada é a confiança, explicou a CNI.

“Importante destacar que a confiança elevada está baseada não apenas nas expectativas para os próximos seis meses, mas também no sentimento de melhora da situação corrente”, afirmou Marcelo Azevedo, economista da Unidade de Política Econômica da CNI.

Segundo a entidade, o Índice de Condições Atuais da economia, com 58,1 pontos, é o maior desde junho de 2010, quando registrou 60,5 pontos. Já o indicador de expectativas cresceu 1,8 ponto em dezembro, para 67,4 pontos.

Segmentos e regiões

A CNI informou que o aumento da confiança foi registrado em todos os segmentos da indústria, mantendo os índices em patamar superior a 60 pontos.

“A indústria de transformação foi a responsável pela maior alta, de 2 pontos na comparação com novembro. Na comparação com dezembro de 2018, o único segmento que apresentou queda na confiança é o da indústria extrativa”, acrescentou.

Informou, ainda, que todas as regiões brasileiras registraram alta na confiança. As maiores variações foram observadas nas regiões Sul e Nordeste, com aumento de 2,2 pontos e 2,1 pontos, respectivamente. Já para as regiões Sudeste, Centro-Oeste e Norte as variações observadas são de 1,9 ponto, 1,5 ponto e 0,5 ponto, respectivamente, acrescentou a entidade.

 

Fonte: G1 Economia