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Posto da Anvisa em Santos tem nova chefia

O escritório da Agência Nacional de Vigilância Sanitária(Anvisa) no Porto de Santos tem um novo chefe. O servidor Rogério Gonçalves Lopes, que está na Cidade desde o final do mês passado, assumiu quarta-feira(18) o comando da Autoridade Sanitária no complexo marítimo. E o posto ainda terá um reforço de seis funcionários, que serão deslocados de outras unidades da Anvisa e começarão a atuar na região ainda neste mês, na liberação de mercadorias e embarcações no complexo.

Em Santos, a Anvisa estava sem comando desde o final do ano passado, quando o ex-chefe do escritório Francisco das Chagas Alexandre de Assis optou por deixar o cargo. A partir daí, começou um revezamento na chefia da unidade. Uma servidora de Brasília foi deslocada temporariamente para ajudar nos trabalhos do cais santista.

Mas, no final de janeiro, Rogério Lopes foi designado o novo representante da Autoridade Sanitária em Santos. Ele já foi o responsável pelo escritório da Anvisa no Porto de Paranaguá (PR). Quando o órgão anunciou a escolha de um novo titular para o posto local, também divulgou que outros seis servidores seriam transferidos para a Cidade.

As transferências têm o objetivo de agilizar a emissão das licenças de importação, dos atuais 20 dias para cinco dias, reduzindo, assim, seus custos logísticos. Hoje, no Porto, o tempo médio para a emissão deste aval varia de 20 a 22 dias. Medicamentos e produtos relacionados à saúde necessitam dessa liberação para entrar no Brasil. Só depois dessa aprovação, os artigos passam pelas inspeções da Receita Federal.

A vinda de novos servidores vai ajudar a resolver o problema de falta de pessoal da Anvisa, que é apontado como um dos principais entraves para as operações no cais santista. Além dos atrasos na liberação de mercadorias, há queixas que se referem à certificação de Livre Prática, o documento que atesta as condições sanitárias das embarcações e exigido para sua atracação no complexo marítimo.

O problema é reconhecido pela própria Anvisa que, em ofício, informou ao Sindicato das Agências de Navegação Marítima do Estado de São Paulo (Sindamar) a necessidade de contratação de 30 novos servidores, a fim de atender as demandas do principal porto do País. O ideal, segundo a autoridade, é manter 55 funcionários em Santos.

Fonte: A Tribuna