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Regionalização dos portos exige planejamento, avaliam empresários do setor

16ª edição do evento é realizada no Mendes Convention Center, em Santos.

Pássaro ressaltou a necessidade de planejamento a longo prazo.

Ponderações sobre a regionalização dos portos, anunciada para os próximos três meses pelo governador do Estado Márcio França, críticas à decisão do TCU de investigar o decreto dos Portos e a criação de um conselho de administração envolvendo setores público e privado foram alguns dos pontos apresentados no segundo painel da 16ª edição do Santos Export Brasil, nesta terça-feira (11), no Mendes Convention Center, em Santos.

Participaram do painel o diretor-geral da Antaq, Marcelo Povia, o diretor-presidente da Sammarco – Advocacia, Marcelo Sammarco, e o diretor-presidente da BTP, Antônio P.Pássaro.

“Regionalização dos portos é apagar fogo”. Assim, Pássaro resumiu a descentralização administrativa do Porto de Santos. O executivo considera que de nada adianta regionalizar as decisões se não houver um plano a longo prazo. “Eu não sei nem qual será a política de 2019. Falta um programa de desenvolvimento portuário nacional de pelo menos cinco anos, não precisa ser até 2060”.

Concordando com Pássaro, Povia afirmou que mais importante do que regionalizar são as nomeações, destacando que devem ser realizadas por competência, não por indicação política. “Se colocar um goleiro na ponta direita, ele não vai jogar bem”, exemplificou.

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Fonte: A Tribuna