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Sistema de controle de tráfego será implantado ainda neste ano

A implantação do Sistema de Gestão de Informações sobre o Tráfego de Embarcações (em inglês, Vessel Traffic Management Information System ou simplesmente VTMIS) em Santos e nos demais complexos de cargas federais é uma das prioridades do ministro dos Portos, Antonio Henrique Silveira, para este ano. A decisão foi destacada pelo titular da Secretaria de Portos (SEP) durante reunião com representantes da Comissão Portos, entidade que reúne associações empresariais, na semana passada, no Rio de Janeiro.

O VTMIS é estratégico para o Porto de Santos, por permitir que a Autoridade Portuária (no caso, da Companhia Docas do Estado de São Paulo, a Codesp) melhore o monitoramento do tráfego de embarcações no interior do complexo. O serviço é semelhante aos sistemas de controle de voo em aeroportos, possibilitando que a Docas acompanhe a movimentação de navios na região portuária.

A Codesp já tem uma licitação aberta a fim de contratar uma empresa para implantar o sistema e ensinar seus funcionários e os agentes da Capitania dos Portos de São Paulo (a Autoridade Marítima) a operá-lo. Os envelopes com as propostas de preço e os documentos comprovando a habilitação técnica dos concorrentes devem ser entregues em até uma semana – eles serão abertos no próximo dia 1.

Conforme o edital da licitação (de n 7/2013), o sistema deve ser instalado e estar operacional em 44 meses a partir da contratação da empresa (ou consórcio) vencedora.

O projeto do VTMIS de Santos prevê a construção de pelo menos quatro pontos de monitoramento do tráfego marítimo. Eles ficarão na Ilha da Moela, na Ponta de Itaipu, em Conceiçãozinha (os três em Guarujá) e na Ilha Barnabé (na Área Continental de Santos). O centro de comando e de controle funcionará na antiga Ponte de Inspeção Naval, atualmente desativada, na Ponta da Praia.

Outras prioridades

Na reunião com a Comissão Portos, o ministro Antonio Henrique Silveira também destacou outras prioridades de sua pasta para este ano. Entre elas, estão a contratação das dragagens para os 20 principais portos do País (entre eles, Santos), a efetiva implantação do novo modelo de gestão das companhias docas em Santos (Codesp), no Rio de Janeiro (CDRJ) e no Pará (CDP) e a definição das poligonais dos portos organizados – os limites das áreas desses portos.

 

Fonte: A Tribuna